Meu melhor amigo tem uma namorada e me sinto deixado de fora

Ela entra no meu insta, bloqueia inúmeras meninas, algumas q eu já fui amigo, e ela exclui e diz q é por ciúmes.. tipo antes, ela pedia pra eu bloquear, e se eu n fizesse ela ficava pistola demais teve um audio q ela gritou fodidamente cmg e nunca vi ela assim, e tipo era uma mina q era amiga dela, eu nem conversei c ela, só pessoalmente num acampamento que minha namorada estava DO LADO ... —Voltaram pra a casa. —bufou, olhando o celular e logo me mostrando. Megan havia mandado-a uma mensagem avisando que Samuel estava 'morrendo de dor de cabeça' e precisava ir pra casa urgentemente, então todos resolveram voltar sem nós. Ri pela desculpa inventada pelo meu melhor amigo. Um ótimo lançador de feitiços que me ajudou a recuperar meu marido. Meu marido se apaixonou por uma colega em seu escritório e ele me deixou e as crianças para estar com a senhora. Tudo começou como uma piada, mas fiquei chocado e deprimido quando ele se mudou com a senhora. Chorei e procurei uma solução para recuperá-lo, mas todos os ... Meu amor, meu anjo, meu melhor amigo, meu irmão, você não entrou na minha vida pro mera coincidência, foi algo que me destinou a te amar, proteger, guardar, dar carinho, da abraços, brincadeiras, beijos e tudo de que você imaginar. Eu to aqui pra te dizer que eu to contigo pra tudo! Mais tudo mesmo, e não é de boca pra fora. Mas você sempre foi tudo que eu esperava de alguém, minha metade como melhor amigo. Meu ombro fiel. Eu sinto tanto sua falta que nem sei. Sinto falta de como você me ensinava sobre a mente dos homens e como vocês agem, como demonstram algo e como esquecem algo. Ucker; posso fazer uma coisa*sua voz soa rouca, estranha, estranhamente agradável aos meus ouvidos, seus olhos continuam me prendendo,e sinto borboletas carnívoras no meu estômago, ele abaixa o rosto e eu prendo a respiração por um segundo a mais que o normal pra depois solta lá e me deixar perder de vez naqueles olhos e naquela boca que ... Como Fazer as Pazes Após uma Briga. Ninguém é perfeito. Às vezes, brigas acontecem mesmo nos relacionamentos mais fortes e felizes. Mas, quer você tenha discutido com um amigo, com um parente ou com sua namorada, existem passos que você...

Isso ta desnecessariamente longo hein

2020.09.18 03:55 MEIXXMO Isso ta desnecessariamente longo hein

Vou falar várias coisas sobre mim nesse desabafo, não é nada interessante então é... só avisando.
Porra, 3 vez escrevendo essa merda hein... é realmente difícil escrever sobre si, porque eu quero anotar tudo o que se passa, mas são tantas coisas... sinceramente seria legal se eu parasse de complicar tudo, porque eu sei que sou eu quem está impondo muros e sendo uma merdinha, saca. Mas fazer o que, to na adolescência, e dizem que é uma fase conturbada mesmo, não?
"Por que você é tão estranha?" "Sua depressivazinha" "seus bostinhas" kkkk, ela provavelmente nem se lembra, mas eu fico aqui remoendo isso, e porra, por que que quando eu me sinto triste e choro, eu fico rindo????? VAI SE FODEEEER ISSO E BIZARROOO
Detalhe: desculpem pelas palvras de baixo calão, normalmente sou muito quieta, mas sei lá, eu sou "doente da cabeça" de acordo com ela, né? Kk porra, to fazendo muito drama sobre isso.... eu realmente queria ser calma do jeito que aparento por fora sabe, conseguir silenciar minha mente enquanto ouço lofi ou sei lá, mas fico lembrando das merdas que já fiz e isso me deixa tão, sei lá, é uma mistura de nervosismo com raiva e tristeza e arrependimento sabe, porque tipo, PRA QUE?! Eu SABIA que aquilo era algo extremamente burro, então POR QUE?!
Caara, sabe, foi com uns 11 anos que comecei a me afastar das minhas amigas, essa época foi uma merda. Eu adorava descontar minha raiva na minha pele, e consequentemente acabei usando moletom todos os dias quando ia pra escola~ kkk, minha mãe tinha vergonha de mim, odiava que que eu deixasse minha franja na frente do olho, mas adivinha, eu não deixava, ela que caía por eu sempre estar olhando pra baixo, e eu também acabei ficando cansada de colocar atrás da orelha. E sabe, até hoje isso é bem conveniente, porque quando eu acabo chorando na sala a franja esconde, na maioria das vezes, NA MAIORIA ESSA MERDAAA
A garota que sei la, eu gosto? Nao? Eu realmente não sei, só sei que quero estar com ela, ou sei la, pelo menos saber que ela está bem, as vezes percebe isso. "Você está bem?" Ela diz "sim" e ela sabe que eu minto, mas como? Eu sou tão mal mentirosa assim vey? Uma vez isso aconteceu num amigo secreto que eu deicidi de forma impulsiva ir, e quando vi como todos eram tão próximos, eu chorei... ela foi, perguntou sobre e eu menti, ae ela chamou o professor ;-; poxa, aquele dia me deixou triste, tipo, sei lá, eu fui muito estranha?? Quando ele tirou minha franja da frente e viu minha cara eu me senti humilhada, nao isso, mas tipo, envergonhada sabe? Ahhh sei laaaa
Minha relação com a minha classe não é das melhores, e por minha culpa. Lá todos são muito gentis, e eu acabo afastando todo mundo ao ponto de ja terem falado que sou "macumbeira" ou "satanista", mas sinceramente eu acho que mereço... antes dos 11 anos, quando eu tinha amigas, eu era mentirosa com minhas amigas, sempre exagerando verdades ou contando mentiras absurdas, me sentia superior a todos, disfarçava minha inveja por ódio e sei lá, quando notei isso eu realmente fiquei em choque... tipo, eu era muito amigável com elas e tudo mas quando eu sentia raiva eu acabava descontando nelas, ao ponto de ja ter deixado uma com dor de cabeça por causa da porra de um jogo. Até hoje me amaldiçoo por isso...
Sabe, eu nem duvido que seja só eu pensando nessas coisas, mas ainda assim... sei lá, me sinto mal perto das pessoas, nunca sei o que falar e acabo sempre mudando a conversa pra um rumo estranho ou desagradável. Eu prefiro muito mais me expressar agindo, tipo, eu já cozinhei doces para uma garota que não sei se gosto no sentido romântico, talvez eu só esteja confundindl porque sou uma virjona solitária ;-; mas ainda assim, adoraria poder conversar normalmente com ela... Enfim, agir é tão melhor, tipo, eu realmente queria chamar alguém pra ficar deitada comigo ouvindo lofi ou sei lá, cozinhando (amooo fazer doce, só sei fazer isso, comida de verdade é saudável demais pro meu gosto Ò ^ Ó kk mas eu ja disse isso né? Hum, acontece) mas é...
Foda que mesmo antes da quarentena, eu não posso sair de casa. Eu realmente odeio esse fato, sei la, queria poder ir no shopping mesmo que sozinha, saca. E deve ser muito reclamação de burguesa, mas ainda assim, odeio, ODEIO o fato de que eu sou atrasada, no sentido de só ter tido permissão pra lavar a própria louça com uns 12 anos ou até mesmo cortar minha própria comida. Ou sei lá, só participar de modinhas adolescentes de forma atrasada e vergonhosa. Eu só faço merda cara...
Sabe, agora eu tenho aquela coisa de controle dos pais porque eu não quis mostrar meu whats pra minha mãe (porque tipo, qualquer coisinha pra minhha mãe já é algo grande) e ela acabou explodindo. Odeio isso, não posso nem mais ter amigos online, e nem conversar com o Italo, um cara que realmente era um amigo foda que conheci por uns 1 ano e meio sabe, era tão hilário passar a madrugada com ele, E DROGAAAAA EU TO CHORANDO AGORA serio eu tenho tanta saudade dele :( mas sei lá, já se passaram uns anos e agora conversar com ele não tem mais aquele clima sabe, de tipo, eu poder falar abertamente sobre qualquer coisa. E se alguém começar com o papo de "ah ele pode ser perigoso e blablabla" primeiro: ele tinha namorada. Segundo: a gente só zoava vey, eu mal falava da minha vida mesmo, a nossa coonversa só fluía...
Bom, sei lá, é inútil ficar pensando nessas coisas mas ainda assim, não dá pra evitar, que hoje as coisas estão tão, tipo, chatas? Não é isso, talvez sem graça? Eu realmente não sei explicar... mas é, dá pra entender o que uma idiota introvertida e rude pensa nessa quarentena né? Eu não duvido que esteja enlouquecendo aos poucos, porque tipo, tá tudo tão perfeito, a gente vai se mudar agora pra uma casa muito melhor, eu tenho uma cachorrinha linda, agora posso mexer no fogao pra fazer minhas coisa mas sei la, eu teimo em ser a bosta que sou, hein, MERDAAAA Sabe Sempre que to sozinha eu acabo aprofundando esses e outros pensamentos, Eu sempre acabo chorando. Ae eu sempre repito: "Acontece" Isso realmente me deprime. Era pra acontecer? É normal isso? Tipo, deve ser, mas ainda assim, é tão doloroso, é tão irritante não poder mais sentir que posso me salvar. Tipo, eu não consigo imaginar meu futuro saca, eu sempre me vejo indo pra sacada aos 18 anos ou indo trabalhar pra uma empresa qualquer e ter uma vida qualquer. Talvez seja algo muito futuro, mas ainda assim, eu TENHO que pensar sobre isso.
Eu sei de todas as minhas falhas, sou chata, orgulhosa, feia, burra, lenta, desonesta e etc. E é por isso que eu me odeio... odeio tirar fotos, odeio fazer provas, odeio ter que me levantar e me esforçar pra qualquer coisa, porque no fim das coisas, nada disso vale o esforço. Eu vou morrer de qualquer jeito, então pra que me importar? Sabe, isso é um pensamento constante que inclusive uso para me acalmar. Eu cochicho um "eu vou morrer amanhã", e surpreendentemente, dá certo! Olha que legal, nossa! ;-;
Enfim, é, também não sei qual o objetivo desse texto, só acabei fazendo mesmo... nah, acontece.
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2019.07.10 05:35 desabafos277 Sinto-me um bocado perdido (texto gigante)

Antes demais quero dizer que é so um desabafo que decidi postar aqui, não estou deprimido nem algo do género apenas preocupado e um pouco confuso (e um pouco irritado)
O texto está em português de Portugal, amigos brasileiros alguma paravra ou expressão que não percebam avisem que eu tento explicar.
Hoje devia ser um novo marco para mim
Back story : acabei o 12 ano em 2010 (curso profissional em técnico de gestão e programação de sistemas informáticos) e fui para o exército, fui com intenções de entrar nos quadros permanentes, mas no primeiro concurso à ESE (escola de sargentos do exército) não me deixaram entrar porque só tinha 6 meses de tropa e tinha de ter pelo menos 1 ano. Depois concorri à academia militar, mas tive 7 nos exames nacionais de matemática B, depois disso concorri novamente à ESE mas chumbei por causa da prova de matemática. Entretanto deixei de exercer transmissões e fui para a arrecadação de material de guerra, posso dizer que estando lá me desleixei bastante ao ponto de engordar o suficiente para já não conseguir fazer as Pafs (provas de aptidão física) e com isso pude esquecer tudo o que era academia militar, escola de sargentos ou curso de cabos.
Em 2014 achei que a tropa ja não era o caminho a seguir e embora ainda lá estar como forma de segurança, comecei a tirar um cet com o propósito de ter entrada directa na licenciatura.
Acabei o CET em 2016 (em técnicas de gestão) e comecei a licenciatura em gestão de empresas em Setembro do mesmo ano.
Em janeiro de 2017 saí da tropa, e como tinha 2 anos e 9 meses de desemprego tentei focar-me nos estudos. Ao longo do tempo vi que apesar de ser à volta dos mesmos temas o CET e a licenciatura não tinham nada a haver uma coisa com a outra e percebi que não era aquilo que queria fazer para o resto da minha vida e não tinha interesse naquelas materias, mas a teimosia era muita e só acabei por desistir do curso no meu 3 ano.
Entretanto a meio do segundo tive um estágio de 9 meses numa empresa de contabilidade através do centro de emprego, achei que me ia dar jeito. O gajo ao inicio era porreiro e supostamente ia (nas palavras dele) "ensinar-me coisas que não se aprendem na escola" (pergunto me se era maroscas para andar minimamente legal e engatar aquela porcaria toda) a verdade é que depois de me dizer isso pôs-me 9 meses a pegar em molhos de papel das 40 ou 50 empresas que estavam espalhadas pelo chão desde 2014 (algumas até antes) que nunca viram um dossier na vida. Tive de ir eu organizar aquela borrada toda, pôr em dossiers, montar prateleiras para pôr os dossiers e no fim de tudo isso a unica coisa que me "ensinou" foi a preencher mal e porcamente o PHC (em contabilidade) que sempre que tinha uma duvida ele nem tinha tempo de me explicar.
Sai de la em Julho de 2018, em Setembro Sou chamado pelo centro de emprego para ir para um museu trabalhar atravez da cena de icentivo (basicamente ter de trabalhar 8h por dia para receber 180€), tudo bem que tava a receber 500 do desemprego, mas os do desemprego recebia estando em casa ou não, portanto acabavam por ser 8h por dia para receber 180€ por mês.
Apesar da chatice do dinheiro e de ter de procurar emprego todas as semanas na mesma e de estar la e estar a esgotar à mesma o tempo do desemprego, o trabalho até nem era mau, o chato daquilo eram algumas pessoas que eram extremamente tóxicas, e tavam nos quadros e pensavam que eu tinha de fazer o meu trabalho e o delas. (tecnicamente eu tinha de ser incompetente de propósito para os obrigar a fazer alguma coisa, se não em vez de cada um fazer metade eu fazia tudo e eles ficavam a coçá-los (alguns, tambem havia pessoal fixe) (havia aqueles casos mesma à tuga em que começamos a trabalhar às 9 e às 9:35 diziam "ficas aqui um bocado? Tenho de ir beber café" e só apareciam 45 minutos depois)
Houve um dia em que me atrasei e um dos mais abusados vê-me chegar e diz "pensava que ja estavas na exposição por isso e que tava aqui a falar com o x" (entramos às 9 e isto foi as 9:30) fui para a exposição e passado 5 minutos ele vai la ter e diz "vou beber cafe com a minha mulher ja venho" passado 45 mins veio e disse "hoje ta complicado tenho de ir cagar" passado 1h veio e disse "tas ai? Então vou dar uma volta por aqui qualquer coisa chama" com esta brincadeira era meio dia e ele ainda não tinha estado 5 minutos no posto dele. Ate que um colega meu chega lá e diz "olha que a directora vem aqui ver a exposição com mais umas visitas importantes e tem de tar aqui alguem" que na minha cabeça suou a "ja tiveste aqui a manhã toda é altura de foderes o outro gajo" fui dar uma volta, a directora chegou, não tava lá ninguém e ele que chegava da sua volta levou uma descasca de não estar la ninguém. Veio implicar comigo a dizer que a directora teve lá e que ele é que teve de a ouvir no qual eu ri-me e disse "ok" e fui-me embora.
Mas ja estou a fugir muito ao assunto.
Abriu um concurso para precários de 3 vagas para efectivos nesse museu. Éramos 6 a concorrer. 2 gajos que eu acho que tinham tanto mérito de entrar quanto eu (eu sou um gajo "modesto") 2 raparigas que fizeram o mesmo programa que eu tava a fazer em 2017. E um que tambem fez o programa em 2017 mas como tava desempregado e sem nada para fazer fez um contrato de voluntario pelo museu em que basicamente ia la todos os dias fazer para a portaria (embora ja estar alguem sempre escalado para lá ir) e dar graxa às pessoas de lá (trocar o oleo do carro da directora, meter conversa com ela, a directora chegava ao gabinete e tinha deixado o telemovel no carro, ela ia a varanda e gritava o nome dele e ele ia a correr da portaria para a varanda para a directora abrir o carro com a chave e ele ir la buscar o telemóvel para lhe ir entregar, ela vinha com coisas "deixe estar que eu levo" ela ia a entrar no museu ele parava o que tava a fazer para lhe ir abrir a porta, essas coisas)
O que é certo e que hoje sairam os resultados do concurso para ficar efectivo nesse museu (que pertence ao estado) e resultado entraram esses 2 (que foi merecido) e aquele senhor que deve ter um 12 ano tirado com rvcc, não sabe fazer nada alem de dar graxa à directora quando ela la vai (que é outra que anda a receber 3000€ para ir la 1x por semana 2h no máximo) esta num museu e nem inglês sabe falar (e recebemos centenas de estrangeiros diariamente) e nem deve conseguir aprender a mexer no computador para vender bilhetes. Fiquei em 4 lugar. Sinceramente não sei o que me chateia mais o facto de não ter a minha vida resolvida para entrar esse gajo, ou saber que em diario da republica vai estar indirectamente escrito que esse gajo é melhor que eu quer em currículo quer em atitude e métodos de trabalho.
Hoje podia estar a organizar a minha vida, tinha um sitio seguro para trabalhar, para poder voltar a estudar num curso que gostasse (que ainda tou para descobrir qual é) tinha adse, podia parar de viver nesta casa arrendada que é um t1 e não tem espaço para nada que pa ganhar humidade parece que tem porras e finalmente comprar 1 com a minha namorada, que conseguia um t3 a pagar menos 100€/mês do que pago agora por este t1, mas sem estar efectivo não à empréstimo logo não à casa boa. Em vez disso tou a 9 meses de perder o dessmprego. Não arranjo trabalho em lado nenhum, dia 17 saio desse museu porque expira o contrato, não consigo arranjar cursos decentes para tirar porque no centro de emprego é so cursos pa gajos com o 9 ano e 12 e como tenho um CET ja tenho formação a mais para ir tirar cursos desses (embora dizerem que o de soldador é muita bom, mas o curso é 1 ano e tal, depoia em abril perco o desemprego e tou meio ano a receber 200€ por mês (se por acaso me deixassem entrar) , tendo renda e despesas para pagar infelizmente acho que isso ta fora de questão, o cursos mais interessantes ou são caros ou são em lisboa/porto (ou caros e em lisboa/porto) e eu sinto-me que se tivesse a cair num abismo sem retorno e numa contagem decrescente até ficar na merda.
Ps: se lês-te isto tudo os meus parabéns pela paciência.
Ps2: eu sei que neste desabafo parece que eu tou a dizer que sou muita bom e o resto do mundo é uma merda e que só eu é que presto. Não é o caso, eu sei que cometi muitos erros na minha vida como podem deduzir pelo texto em cima e que esses meus erros é que me fizeram ficar na situação em que estou, mas acho que a "raiva" acumulada que estou a sentir neste momento me faz sentir assim, apesar de tudo sinto-me um bocado injustiçado. Apesar de estar a escrever assim sou uma pessoa calma e reservada o que para esse museu não querer meter-me em chatices e querer ficar só na minha é visto como falta de iniciativa, e o que é bom é empurrar os outros sem eles verem e ajuda-los a levantar-se depois disso para ficar bem visto aos olhos de quem está de fora. Eu so lhes queria mandar uma chapada de luva branca e mostrar que me podia safar sem lamber piças a ninguem, infelizmente esqueci-me que estou em Portugal, e hoje em dia lamber piças é um "must" porque "ya eu sei que aquele gajo é um lambe piças e não tem valores nem amor próprio,rebaixa-se a parecer um cãozinho atrás do dono a fazer coisas em troca do biscoito e a festinha no lombo, mas eu gosto porque ele faz o que eu quero e ele não vai tentar mudar o sistema, ele não vai tentar parar a maquina, nem troca-la por uma boa, vai por wd40 47x por dia sem se questionar se ao trocar a peça podre por uma boa a máquina ficava melhor porque foi isso que lhe mandei fazer"
TLDR: nao entrei num emprego que iria dar im novo rumo à minha vida porque o graxista ficou à minha frente embora ter o dobro da idade, menos qualificações e nem saber falar inglês onde é exposto a centenas de estrangeiros todos os dias, tou a 9 meses de ficar sem subsidio de desemprego, e todos os cursos que eu vejo sao demasiado caros ou em lisboa/porto ou caros E em lisboa/porto, aparentemente tenho qualificações a mais para o pessoal do centro de emprego me mandar para o curso deles.
Não quero desistir de estudar, mas ainda nem sei o que quero fazer ou devido a isso que curso(licenciatura) tirar, ja tentei uma vez um curso que não gostei, feito burro fiquei até ao 3 ano e agora tenho receio de gastar € e tempo e ficar velho de mais para achar algo decente.
Nao arranjo emprego decente(ou minimamente) em lado nenhum e isso está me a dar cabo da cabeça.
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2017.09.11 11:00 deuszebu Confiança & Arrependimento [Nine-Nine] Mais Uma Vez

Nasci em 91. Tenho uma família arcaica, assim como a maioria das pessoas de idade avançada do interior onde moro. Não os culpo por isso, uma vez que se reflete na falta de instrução dos mesmos. Desde criança, gostei muito de jogar e, naturalmente, meu PC tem sido meu melhor amigo desde então. Durante anos me envolvi com jogos de interpretação de papéis (RPG) e, pra mim, essa era uma proposta perfeita para a fuga da realidade. Uma vez imerso em tais aventuras, fiz alguns amigos virtuais. Eram eles transeuntes, os quais marcavam bons momentos e apenas se iam, sem despedidas. Já não tenho contato com quase nenhum destes.
Interpretar papel é algo que faço bem, as vezes, inclusive, me perco de quem sou ou deveria ser, segundo o que espera-se da minha pessoa. Nunca enxerguei a vida real com um real brilho nos olhos, tive bons amigos, com os quais me diverti bastante, com ou sem drogas envolvidas, mas até então não havia nenhuma conexão com alguém que eu considere tão admirável quanto os personagens que eu mesmo interpretara em tais aventuras. Eis que surge em minha vida um elemento conhecido pelo vulgo Bruxo. Em primeira instância não tinhamos importância alguma um pro outro e, durante anos, nos viamos ocasionalmente e não nos falávamos muito. Sua presença geralmente era aguardada por muitos, se não todos e, onde quer que estivesse, se fazia atração.
Pelo pouco que pude observar, era nítido o seu poder de retórica, enquanto eu, por minha vez, era extremamente introspectivo e imerso em minha mente. O silêncio não me incomodava a mim, talvez sim aos que estivessem ao meu redor. A partir do momento que fui alertado sobre ser tão calado, passei a me sentir um tanto quanto um espião e, de certo modo, evitei estar em locais onde a minha presença não era uma necessidade. Meu primeiro contrato com o Bruxo foi um celular o qual ele me vendeu num valor bem barato e me fez acreditar que eu era alguém especial para ele, segundo seu diálogo envolvente. O mesmo me alertou para não comentar sobre a aquisição com as pessoas em comum ao nosso meio, que se resumia à cerca de umas vinte pessoas, na época.
A partir desse momento, me senti em débito de fidelidade com o mesmo e, gradualmente, acabei me afastando da maioria dessas pessoas do nosso ciclo. Eram todas elas, aparentemente, de ótima índole e algumas já haviam me avisado sobre quão tóxico ele poderia ser. O Bruxo já me causara dúvida em relação à raiz fundamental de suas atitudes. Por outro lado, sua habilidade de omitir o que importa e ludibriar, ao falar o que importa aos ouvidos alheios, me fascinava e eu invejava tamanha eloquência e perspicácia. Vendo em mim um devoto seguidor, o solitário lobo abriu uma vaga na sua carruagem para que eu embarcasse em algumas aventuras com ele. Desde então, tornamo-nos cúmplices em várias peripécias.
O tempo passou e eis que tivemos nosso primeiro conflito em relação à confiança cega. Conheci a cocaína através dele e isso não chegou ser algo relevante, já que eu sabia que se trata de uma droga cara e eu, vindo de família humilde, sabia que não podia me dar o luxo de usar uma química capaz de elevar tanto o ego. Já ele, era viciado nessa maravilha em forma de pó. Em determinado momento de nossa trajetória, eu fui despedido do trabalho, sem seguro desemprego e recorri ao bruxo pra me defender em relação à essa grana que o patrão deveria ter me pago e o mesmo me auxiliou até que eu conseguisse vencer esse valor sem necessidade de recorrer à justiça.
Metade dessa quantia recebida me foi requisitada pelo bruxo, com a promessa de me retornar a o mesmo valor em pouco tempo. De pronto, aceitei, até porque eu fui até ele em primeiro lugar, caso contrário, eu iria me conformar em sair do trabalho de mãos atadas. Foi um conflito tenso entre eu e meu chefe, diga-se de passagem. Não bastando o débito, o bruxo me persuadiu a fazer um empréstimo com o banco através de meu crédito especial. Sacou tudo quanto foi possível, na promessa de retorno. Nunca vi a cor desse dinheiro de volta e a dívida se acumulou, já que meus pais também não tiveram condição de pagar. Quando conseguiram juntar uma grana pra não deixar meu nome ficar no SPC, os juros já tinham mais que dobrado. Não chegou aos cinco dígitos, mas já tinha caminhado meio caminho até lá.
Dívida à parte, ainda éramos cúmplices de aventuras e houve um episódio extremamente marcante pra mim, onde eu me envolvi com uma garota que conheci através de outra com quem eu já ficava. Era uma conexão rasa, para ambos, mas eis que o bruxo se envolve na cena e resolve propor que a gente vá estudar morar na casa dessa garota, que morava só. Ela era lésbica, a princípio, mas acabamos ficando e, posteriormente, percebi que ela não estava mais afim de mim e, aparentemente, estava bem suscetível ao bruxo. Me limitei a expressar tal frustração através de desenhos. Nunca fui de desenhar, mas parecia apropriadamente inspirado para isso.
Mais tarde, ainda nesse episódio da morada com a desconhecida, houveram alguns maus momentos entre nós e ele me ofereceu uma coca de boa procedência, a tal nine-nine. Não sei explicar se foi a química ou a situação e o ambiente, mas eu me senti muito mais afetado, dessa vez, com uma dose muito menor da que eu já havia experimentado outrora. Em um certo momento, tive uma discussão com ela e isso se tornou em uma agressão física da parte dela. Como calado não poderia ficar, sob efeito da bendita, eu apanhava sorrindo, de sangue quente e dentes trincados, então a retribuia com questões agressivas, sem me preocupar com o quanto aquilo estava por ferir a moral da mesma. Eu não faria isso de cara, já que ela era uns cinco anos mais nova que eu.
A situação melhorou quando o bruxo teve a brilhante ideia de ligar para a polícia e reportar agressão, antes disso, ele havia ligado pra minha casa e aviso à minha mãe para reunir tantas pessoas quanto fosse possível, pois eu estava impossível de ser contido e estaria chegando lá em breve. Os homens da lei chegaram, viram a bagunça na casa, eu havia quebrado uns ovos da geladeira pela casa, quando ele ligou. Madness. Ouviram-no por um curto período e já foi o suficiente pra me algemarem e me levarem até minha casa, o bruxo me acompanhou na viatura. Desci gritando "Socorro!", já que é o nome da minha mãe. Eu já estava num estado de espírito em que não me importava mais com quase nada, nem mesmo em desrespeitar as autoridades com tamanha ironia, de pedir socorro, colocando-os em posição de quem está a me por em perigo, quando na verdade deveriam representar o oposto.
Antes de me remover as algemas, o oficial me deu um mata leão dentro de casa, sob gritos de minha vó e apelo de vários presentes pra que ele parasse com aquilo. Segui como se nada tivesse acontecido e me dirigi ao meu quarto, tirei minha roupa e saí de lá nu, na vista de todos. Peguei minha toalha e tomei um banho gelado, sem pressa em parar de receber aquele jato frio na cabeça. De fato, eu sabia que precisava estar tão sóbrio quanto possível. Saí e dialoguei com todos os presentes, como se nada tivesse acontecido. Estavam todos espantadíssimos, com minha capacidade de estar tão na boa, ao invés de rastejando por perdão pelo incidente. Como haviam bem umas dez pessoas presentes, todas elas importantes, não souberam nem o que dizer, em relação à sermões. Ao menos tiveram respeito pela situação de crise que se apresentara.
Meu pai foi o primeiro a abrir a boca, tomou a cena aos berros de uma oração e fez da situação uma justificativa para dizer que havia em mim um demônio. Como sempre o vi como hipócrita, acreditei que ele tivesse fazendo aquilo pra me defender de uma degeneração maior. Eu dei atenção aos que eu realmente gosto. A partir daquele momento, passei a agir como um animal selvagem, sempre alerta e pronto pra agir, fazia apenas o que me apetecia e não me sentia mais como um ser domesticado. A história repercurtiu por toda minha família por parte de pai e mãe, pseudointelectuais e ovelhas de cristo, respectivamente. Neste caso, não sei o que é pior, o conhecimento e o desdém ou a ignorância e a misericórdia.
Me afastei do bruxo, isso havia sido explicitamente deixado claro pelos meus pais desde o momento em que pagaram a dívida que o mesmo deixou sob meus ombros e eu ignorara. Passei a frequentar psicólogos e psiquiatras do CAPS e particulares, a fim de satisfazer meus pais, que tentavam descobrir o que havia de errado comigo. Todos diagnósticos explicitavam que eu estava são e bem consciente sobre tudo que aconteceu e eu sabia disso, assim como sabia que eles não aceitavam aquela atitude vinda de mim, o que me fez acreditar que eu poderia ter borderline. Foi uma fase complicada, me afastei de todos contatos possíveis. Todos! Desenvolvi um certo pânico, derivado da superproteção, em que eu sentia que estava sendo perseguido e que as pessoas as quais eu me considerava próximas poderiam estar em perigo. Cheguei a interpretar mensagens subliminares pra mim, na TV.
Passaram-se alguns anos e o bruxo apareceu novamente. Se aproximou aos poucos e, de repente, estávamos juntos em missões suicidas novamente. Narrando essa história, me sinto na posição daquele ser imbecil dos filmes de suspense, que sabe que vai dar merda se continuar e, mesmo assim, segue rumo ao perigo. De algum modo, ele foi a única pessoa que me entendeu, até hoje. Por mais escroto que o mesmo tenha sido comigo, eu não conseguia vê-lo como um inimigo e, mais uma vez, abri a guarda. Seguimos uma nova fase da aventura em que ele viera morar num bairro próximo de onde eu moro, com uma namorada a qual ele não ama, nem mesmo dizia ter relações e ainda dizia que se eu ficasse com ela, que era um alívio pra ele.
Várias coisas altamente insanas aconteceram. Pela primeira vez eu tinha um pico legalize pra dar um dois, beber sem me preocupar sobre onde cair morto e também dava pra levar umas parceiras. Como é de se esperar, nem tudo são flores. Eu estava à caminho do bruxo, às três da manhã, para entregar a ele uns cartões de sua namorada. Por fruto de um acaso infeliz e de um ser infernal de má índole atrás do volante, aconteceu um acidente comigo e eu quase morri. Por incrível que pareça, eu me preocupava mesmo era com minha moto, que fora destruída e estava sem seguro. Caí inconsciente e somente no outro dia fui saber o que estava acontecendo, foi quando meus pais souberam que novamente eu estava conectado com o ser o qual eles mais abominam em minha vida, chegam a dizer, com convicção, que ele é o demônio.
Levou um tempo até eu me recuperar do acidente e algumas sequelas seguem até hoje, mas eu ainda tinha contato com o abominável homem das neves do sertão. Eu sempre fui o rei da evasão, mas já tava ficando complicado inventar nome de pessoas pra justificar minhas saídas e dormidas fora. Quisera eu que houvesse uma cúmplice pra justificar como namorada, essa sorte não tive. Como se não bastasse tanta desgraça em minha vida, eu aceitei o pedido do bruxo em emprestar meu cartão de crédito ao bruxo e ele torrou mais quatro dígitos, na promessa de que ele pagaria nos meses seguintes. Ele pagou o mínimo da primeira, as restantes foram parceladas com altos juros.
Tenho passado maior perrengue pra pagar essa conta. Já fiz uma dívida alta com minha prima, pra pagar uma parcela a qual ele me deu o valor de pagar, depois pediu pra guardar e, quando pedi pra ele pegar, o mesmo disse que já havia me dado e que eu perdi. Eu tava certo de que nunca perderia uma alta quantia de dinheiro, mas acreditei no que havia me dito, já que negar também não ia dar em nada, já que não haviam provas. Atualmente, estou à uma semana com atraso na fatura do cartão e não tenho condição alguma de conseguir a grana. Hoje foi o dia que planejei contar à minha mãe sobre essa situação, na esperança de que ela pague e não me mate. O clima aqui em casa tem estado tão bom que a última coisa que eu queria fazer é estragar, mas é o preço que estou tendo que pagar, mais uma vez, pela confiança.
Não sei se posso afirmar se estou arrependido, nem sei se eu voltaria a ter contato com o bruxo. É sempre o mesmo drama mental e isso me consome como nada antes na vida. Um bônus delicioso nessa história é que na semana passada chegou uma cara em minha casa de cobrança do meu plano de saúde. Tal fatura o bruxo havia me dito pra emprestá-lo o valor de pagar e me tranquilizou dizendo que me daria o valor no início da semana, depois pediu o boleto e o restante do valor que eu tinha, afirmando que pagaria na lotérica no próximo dia útil. Bom, a cobrança já deixa bem claro que ele não teve consideração em honrar com sua palavra. Me sinto vítima de estelionato pela única pessoa que cheguei a considerar ser um amigo de verdade.
TL;DR: Confiei em um amigo único e o mesmo me causou arrependimento, ao me dar toco financeiro consecutivamente e, aparentemente, sem remorso.
Esse depoimento me faz lembrar da música Mais Uma Vez de Legião Urbana. Nela, o Renato Russo inicia com palavras que parecem levar luz aos corações desesperados e suicidas:
Mas é claro que o sol vai voltar amanhã Mais uma vez, eu sei Escuridão já vi pior, de endoidecer gente sã Espera que o sol já vem
Em seguida, ele completa com alertas que servem perfeitamente como desfecho pra essa tragédia narrada:
Tem gente que está do mesmo lado que você Mas deveria estar do lado de lá Tem gente que machuca os outros Tem gente que não sabe amar Tem gente enganando a gente Veja a nossa vida como está Mas eu sei que um dia a gente aprende Se você quiser alguém em quem confiar Confie em si mesmo Quem acredita sempre alcança!
E quando você pensa que não tem mais saída, que tudo que foi vivido foi um erro, vem o conselho final:
Nunca deixe que lhe digam que não vale a pena Acreditar no sonho que se tem Ou que seus planos nunca vão dar certo Ou que você nunca vai ser alguém
E é com a letra dessa linda música, que tanto marcou minha adolescência, mas só agora parece fazer sentido visceral, que me despeço de vocês.
Salaam Aleikum ^-^
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